Junho 29, 2009
Maio 25, 2009
so.tall.the.way.it's.supposed.to.be
Sinto-me envolvida, dentro, preenchida, alerta e cuidada.
Apresento-me querendo muito, solicitando-te talvez, para a nossa entrega.
Receio a falta de espaço para que a mesma se repita, reformule e eternize, de entre outras dinâmicas que te ocupam, que te envolvem também.
Apresento-me querendo muito, solicitando-te talvez, para a nossa entrega.
Receio a falta de espaço para que a mesma se repita, reformule e eternize, de entre outras dinâmicas que te ocupam, que te envolvem também.
Tenho que o afirmar, por entre as respirações e redes neuronais que estimulas, através de todas as tuas artes desenvolves-me, que o teu ser actualiza o meu.
E que para esta experiência não tenho referência ou histórico, de forma a gerir, integrar ou influenciar.
Sem querer, amedronto-me com a possibilidade de quebrar este equilíbrio perfeito, que me parece tão intenso e incomensuravelmente frágil, como as emoções o são sempre.
Gostaria que a minha confiança e amor me equipasse de um querer-te diferente, transcendente, puro e superior.
Evolução que gradulamente experimento, pela qual sou obrigada a sair da minha zona límbica de conforto individual, e desnudar-me de pre-conceitos ou estéreotipos relacionais.
Sim, estou vulnerável e frágil, pela primeira vez.
Pela última, meu amor.
Abril 28, 2009
Março 18, 2009
agoras-me
Onde empatava a intimidade, nesse desencontro interior, onde os suores inacabados estavam, aí energizaste a tua presença.
Sem palavras que contenham a vulnerabilidade pressentida, num marasmo alpinista e de sorrisos mimosos, me manifestei eu.
Numa surpresa esperada mas invulgar, abstenho-me de comunicar a profundidade da dádiva que descubro.
Agora.
Sem palavras que contenham a vulnerabilidade pressentida, num marasmo alpinista e de sorrisos mimosos, me manifestei eu.
Numa surpresa esperada mas invulgar, abstenho-me de comunicar a profundidade da dádiva que descubro.
Agora.
Fevereiro 12, 2009
Fevereiro 05, 2009
a.ti.meu.latifundio
Sabe bem ter-te por perto
Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero
Quase que não chegava a tempo de me deliciar
Quase que não chegava a horas de te abraçar
Quase que não recebia a prenda prometida
Quase que não devia existir tal companhia
Não me lembras o céu nem nada que se pareça
Não me lembras a lua nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua eu confesso não sai da cabeça
Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der
O tempo a que temos direito
Se um dia um anjo fizer
A seta bater-te no peito
Se um dia o diabo quiser
Faremos o crime perfeito
Sabe bem ter-te por perto
Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero
Sabe bem
Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero
Quase que não chegava a tempo de me deliciar
Quase que não chegava a horas de te abraçar
Quase que não recebia a prenda prometida
Quase que não devia existir tal companhia
Não me lembras o céu nem nada que se pareça
Não me lembras a lua nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua eu confesso não sai da cabeça
Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der
O tempo a que temos direito
Se um dia um anjo fizer
A seta bater-te no peito
Se um dia o diabo quiser
Faremos o crime perfeito
Sabe bem ter-te por perto
Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero
Sabe bem
Donna Maria - Quase Perfeito
Janeiro 21, 2009
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